sábado, 27 de março de 2021

 Com nossa saudação cordial!


O tempo passa, tão veloz, nem parece!

Segue a vida, com seus passos, às vezes lentos. Resta o passado com suas marcas. Referências guardadas nos arquivos da história.

Reminiscências carregadas de saudades, ou simplesmente de tristes lembranças.

Faces da trajetória que se repetem no decurso tácito dos dias, mas sempre renovadas. Com seus matizes e significados, nunca iguais.

Lembramos aqui, dia 27 de março de 1971. Era um sábado ensolarado. Passo Fundo me acolheu. Colégio Nicolau de Araújo Vergueiro era o destino.

Objetivo: a realização de duas provas concernentes ao antigo curso supletivo (artigo 99). A chave de uma importante fechadura estava sendo moldada. Foi o pontapé inicial rumo a uma caminhada que trouxe-me até aqui. Ano, aquele, em que todo parecia conspirar para um final perfeito. Um desfecho exitoso. 

E assim o foi. Em agosto daquele mesmo ano, o tão sonhado curso estava concluído. 

Quanta água rolou! Chuvas se precipitaram, pedras se apresentaram e intempéries caíram sobre os ombros. Mas tudo foi superado.

Como essa pandemia, ora vigente, com certeza, também será superada, para o alivio e sossego de toda a humanidade.

Com o abraço fraternal!



 Amigos de todas as querências!

Nos encontramos diante de uma situação atípica. 

Mesmo assim, não podemos esmorecer. Muito pelo contrário, erguermos nossa fronte para vislumbrarmos que além do horizonte existem novas paragens. E novos triunfos poderão surgir. 

Concomitantemente à consumação dos dias claros que ainda nos restam, raios de esperanças nos são direcionados, todos os dias, para não sufocarmos nossos ideais. Mesmo aqueles que nos parecem impossíveis de serem alcançados. 

Não está definida a data, em virtude da atual situação, quiçá, de forma virtual, do meu próximo lançamento. É a décima obra literária, impressa, AS FACES DA TROVA. Um livro que contempla um vasto número de trovas literárias, dos mais diferentes temas. O intuito é divertir através da leitura, mas também fomentar e incentivar o gosto pela escrita. Trata-se de uma modalidade fácil de elaborar e prazerosa de ser lida e interpretada.

As obras anteriores, são, pela ordem cronológica: 

Para um Mundo Melhor, Trovas sem Trevas, Academia Caxiense de Letras, 40 anos de História, Nossa Senhora do Rosário, 132 anos de história, Pétalas do Quotidiano, A trova literária nas páginas do sul, Elo de uma história, Povoamento e Colonização no Rio Grande do Sul, sob a ótica de Natal Serafim Chiarello, Celebrando com trovas e agora em 2021, As Faces da Trova.

Na condição de presidente da UBT, União Brasileira de Trovadores, seção Caxias do Sul, (2021/2022) lancei um projeto, simples, mas que visa apoiar e fomentar a criação de trovas literárias, denominado "minha trova deu na trave, e agora?". Disponibilizei meu e-mail (damocaxias@gmail.com) para esclarecimento de dúvidas quanto a elaboração da trova, como temas, métrica, rimas, conteúdo, concursos pelo Brasil e exterior, entre outras. No entanto não houve adesão. 

  Aproveitemos o tempo! É muito fácil!

Caneta e papel e mãos à obra!

Espero contribuir para o crescimento dessa modalidade literária.

Um abraço!



quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Amigos leitores!

Convido-os a prestigiar o lançamento do meu mais recente trabalho literário (livro) no dia 8 de outubro de 2017, às 15 horas, na Praça Dante, durante a Feira do Livro de Caxias do Sul. Povoamento e Colonização no Rio Grande do Sul, as etnias e suas contribuições, sob a ótica de Natal serafim Chiarello, 120 páginas, com financiamento do Financiarte, será distribuído.
Importante salientar, a obra pode servir de embasamento para pesquisas acerca do tema, imigração e colonização no Estado.
Detentor de uma preocupação ímpar, Natal Chiarello, como era conhecido, deixou uma vasta obra, como crônicas, poesias, novelas, entre outros trabalhos literários.
Natal Serafim Chiarello nasceu em 25 de dezembro de 1913 e faleceu, aos 31 anos, no dia 9 de maio de 1945.
Espero você! Com meu abraço.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Caríssimos, Na sucessão tácita dos dias, nos encontramos entre o direito de aprendermos algo e o dever de comunicarmos à descendência um pouco daquilo que armazenamos em nosso celeiro intelectual. A sensação que sempre nos aflora é a de que poderíamos ter feito mais. Não nos cabe declinar as razões nem suas fontes que assim neste exato momento nos encontramos.
Data histórica esta que estamos vivendo. Maio desponta. Atrás dele, algumas saudades. Ano 1948, era sexta-feira, dia 30 de abril. Tempo bom. Recôndito interior. Ânsia de um futuro melhor. Pai de família. Seu nome: Ernesto. Um casal de filhos, adolescentes. Triste coincidência, o pai, 48 anos de idade. nascera na virada do século XIX para o XX. Um grave acidente. Curva estreita, um corpo estatelado, últimas palavras. Como aquele, outros se sucederam e muitos virão. Que o Trabalho não tenha uma única data. Mas todas elas a ele convirjam.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Caros leitores!

Nesta data tão significativa para toda a sociedade, queremos parabenizar a CRIANÇA.
Criança, elo fundamental na corrente da história e responsável direta pala continuidade do trabalho iniciado por seus antecessores.
Parabéns!

A criança, em sua essência,
guarda fortes perspectivas,
de transformar a inocência
em conquistas efetivas.

Criança, ao mundo, a promessa,
de um agente inovador,
nela a esperança não cessa
de um futuro promissor.


Embora a lei não consinta,
que uma criança deponha,
diz seu coração, não minta,
mas sinta ao mentir, vergonha!



sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Desde os primórdios, o homem vem superando barreiras, suprimindo obstáculos e reescrevendo sua história com avanços e conquistas.

Há cento e setenta outonos,
Netuno entrava na história,
outros vieram, sem donos,
mas com visão peremptória.

Que nenhum tropeço ocorra
na vida da humanidade,
tampouco, a esperança morra,
por qualquer fatalidade.

Com meu abraço. Até!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Setembro: mês de reflexão

Estamos passando por uma turbulência em nossa política a qual afeta e interfere diretamente no nosso crescimento cultural, no cotidiano financeiro e, sobretudo, nas relações sociais. Destarte, sublinhamos

ventos fortes, tempestades,
que abalaram as raízes,
sumam levando as maldades
e apaguem as cicatrizes.

Externo minha ânsia em testemunhar, o mais breve possível, as mudanças necessárias para que tenhamos os resultados esperados, porque

dos projetos, o sucesso,
é tão raro quanto escasso,
dele, ninguém tem acesso,
sem dar o primeiro passo.

Setembro homenageia a Bíblia, a obra por excelência mais lida no planeta. Talvez, estejamos às portas de um grande passo que, para chegarmos ao objetivo, só depende da nossa vontade. Assim,

olhe para o sino e veja
mais que uma taça invertida,
sinta um convite da Igreja
para a reflexão da vida.

Mas, não só por ser setembro,
quando aparecem as flores,
mesmo pequeno, me lembro,
a vida tinha mais cores.

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